A automação da britagem é uma realidade no Brasil e os benefícios estão disponíveis para os produtores de agregados. Eles ganham duplamente: melhoram o controle da operação em si e estabelecem uma manutenção preditiva, antecipando falhas. A iniciativa de automatizar pode envolver todo o circuito ou ser focada em parte dele, caso do britador, por exemplo. Não é necessário incluir toda a britagem para ter ganhos, desde que se tenha um processo personalizado. Pelo contrário. Independente do tipo de projeto há casos reais no país com aumento de produtividade entre 20% e 40%, dependendo do tipo de intervenção realizada.

A automação completa, principalmente em novas plantas, permite que os produtores de agregados ganhem em flexibilidade, ainda mais se instalarem uma unidade que produza vários tipos de produtos, inclusive a areia de brita. A automação completa tem a vantagem de incluir desde o controle dos caminhões que abastecem a britagem primária até o monitoramento da movimentação do material britado ao longo das correias. Sim. Isso existe no Brasil. O caso da Pedreira Embu é um deles. Veja como ela fez isso 

 

Equipamento moderno de mineração faz a diferença

Vamos considerar um exemplo fim a fim, onde a automação permite o controle dos caminhões que descarregam o minério a ser britado. Nele, sistemas de sinalização inteligente auxiliam o operador do britador a controlar a descarga dos veículos. Com isso, a alimentação torna-se constante e é mais segura. Sensores de nível, por sua vez, complementam o controle, indicando a quantidade ótima de abastecimento. Ao serem interligados, eles funcionam como olhos complementares do operador.

O controle em tempo real da alimentação, mantendo a câmara cheia, influencia na vida útil dos materiais de desgaste, pois o britador não é acionado abaixo de sua capacidade. A estabilidade do processo, aliás, evita problemas comuns como o entupimento do chute do transportador, o que leva à paralisação da planta e, é óbvio, à queda de produtividade. Durante a operação, os ganhos são significativos, ao pensarmos que um equipamento moderno de mineração trabalha em seu nível máximo, uma vez que todas as variáveis estão sendo monitoradas.

Caso real no Paraná mostra automação focada no britador

O ganha-ganha da automação na britagem pode acontecer também em projetos pontuais. É possível focar na melhoria de produção do britador primário. Trata-se de um controle complexo, que considera vários fatores, entre eles o desempenho de alimentação da moega e da câmara de britagem via sensoriamente ativo. Itens como corrente do britador e dos transportadores de correias também são considerados. Muitos detalhes? Não. Com informação adequada, o equipamento opera em níveis corretos e a manutenção acontece no tempo ideal. O processo passa de reativo para proativo.

Aliás, como estamos falando de britador, é interessante observar que um equipamento automatizado pode funcionar a plena carga, mas sem riscos, pois as mudanças são feitas segundo a segundo. A tecnologia atual permite a correção automática de falhas, pois há um monitoramento constante dos parâmetros vitais da máquina. Pra resumir: é uma espécie de Big Brother onde já se conhece o ganhador antecipadamente. Sonho? A Pedreira Guaravera mostra que não. Veja aqui o caso real da Pedreira Guaravera



 

 

 

 

 

 

 

 

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